- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Insensatez

Carlos Escobar / Georgino de Sousa *fado georgino*
Repertório de Fábio Frieza

Falando de insensatez
Começo... era uma vez
Um eu, a traír a vida
A vida riu-se de mim
E agora olho p’ra ti
E sinto a alma ferida

Se mão te tenho nos braços
Quero saber os teus passos / E o que fazes sózinha
E a vida faz-me pagar
Por não ter sabido amar / Por ter sido erva daninha

Quando eras posse minha
Eu sorria, ia e vinha / Sempre de alma levantada
Sabia-te presa a mim
Não devia ser assim / Mas tinha-te mal amada

Agora falo em segredo
Falo p’ra mim, tenho medo / Pois não te posso perder
É a vida a que eu me dei
Quando o teu amor deixei / Deixei o amor morrer