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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Mãos frias, coração quente

Augusto Gil / Oliveira de Freitas
Repertório de Ada de Castro

Mãos frias, coração quente
Quanta vez isto dizias
Com o teu ar sorridente
Aquentando-me as mãos frias

Agora decerto tenho / Num braseiro, num vulcão
O frio é tanto, é tamanho / Que a pena cai-me da mão

Queria dizer-te o que penso / E o que faço e premedito
Mas posso lá ser extenso / Com este frio, frio maldito

Tu perdoas certamente / Tu não te zangas, pois não?
Mãos frias, coração quente / Lá diz o velho rifão