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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Braços erguidos

António Campos / António Chaínho
Repertório de Alcindo de Carvalho

Braços erguidos ao céu que quer alcançar
Gritos perdidos, boca sem ter quem beijar

Olhos fechados abertos ao coração
Passos mal dados no caminho da ilusão

Onde andarei, o que farei, não sei de mim
De tudo e todos ausente
Rastejo como serpente n
um labirinto sem fim
Da felicidade, só há saudade nos olhos meus
Minha alma não tem par
Sou gota d’água no mar, s
ou padre nosso sem Deus